Finquei a faca no coração,
E segui para o inferno,
Cheguei e logo vi júpter,
Comi maçã com as mariposas rodiando luzes,
Pensando na infinitude das celulas,
Logo na infinitude do universo,
O infinito não será o suficiente,
A evolução é o que nos resta,
As quedas infinitas,
As perdas infinitas,
Os egos machucados,
O baile sem mascaras,
A despedida de uma vida.
Libertando os demônios da alma, afugentando as tormentas do espirito, tentando ser melhor, cada vez melhor, para que um dia eu possa olhar pra traz e pelo menos dizer que tentei !!!
sábado, 15 de dezembro de 2007
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Dekaparaparou!
Boas as nossas Almas,
Amam Amam Amam,
Alçam Alçam Alçam,
Todas as almas louras,
Coloridas e sem cores,
Boa sua alma que contamina a minha,
Minhalma que se delata por seus sonhos,
Bons os nossos Corpos,
Loucos Loucos Loucos,
Voam Voam Voam,
Pra todos os corpos,
Sem excessão.
Amam Amam Amam,
Alçam Alçam Alçam,
Todas as almas louras,
Coloridas e sem cores,
Boa sua alma que contamina a minha,
Minhalma que se delata por seus sonhos,
Bons os nossos Corpos,
Loucos Loucos Loucos,
Voam Voam Voam,
Pra todos os corpos,
Sem excessão.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Fugaz e cativante (Ler ouvindo: Mundo Caindo | Transpor)
A confusão está no ar,
Dissonando nos ouvidos,
Dizendo coisas nunca ditas,
Só dando asas a imaginação,
Mostrando o mundo de outro foco,
Jogando estrelas nas cabeças,
Pó
Oculta queda e decadência,
A míopia dos ditadores,
Todos são dor e são desprezo,
Muitos aspiram confusão,
Pó
Sim?
Pois não?,
Sim senhor!,
Não! Pó
Só contradição,
Só contradição,
Só contradição,
Só contradição.
(No final de toda destruição)
O que resta pra cuidar?
Se o jardim não cresce pra vocês
O que resta pra cuidar?
Se o jardim não cresce pra ninguém.
Dissonando nos ouvidos,
Dizendo coisas nunca ditas,
Só dando asas a imaginação,
Mostrando o mundo de outro foco,
Jogando estrelas nas cabeças,
Pó
Oculta queda e decadência,
A míopia dos ditadores,
Todos são dor e são desprezo,
Muitos aspiram confusão,
Pó
Sim?
Pois não?,
Sim senhor!,
Não! Pó
Só contradição,
Só contradição,
Só contradição,
Só contradição.
(No final de toda destruição)
O que resta pra cuidar?
Se o jardim não cresce pra vocês
O que resta pra cuidar?
Se o jardim não cresce pra ninguém.
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Tem gente que prefere morrer, quê comer duas jantas,
Tem gente que na pura inocência rompe os paradigmas da sociedade,
Tem gente que se ilude com a outra metade e na hora da revelação mata duas vezes,
Tem gente que vê pureza na morte pelo amor,
Tem gente sem noção da vingança aplicada,
Tem gente apaixonada sem noção de suas loucuras,
Tem gente intrigada com a traição de suas Helenas,
Tem gente decepcionada com as atitudes do próximo,
Continua.........
Tem gente que na pura inocência rompe os paradigmas da sociedade,
Tem gente que se ilude com a outra metade e na hora da revelação mata duas vezes,
Tem gente que vê pureza na morte pelo amor,
Tem gente sem noção da vingança aplicada,
Tem gente apaixonada sem noção de suas loucuras,
Tem gente intrigada com a traição de suas Helenas,
Tem gente decepcionada com as atitudes do próximo,
Continua.........
terça-feira, 30 de outubro de 2007
Oh liberdade !!!
Ó liberdade, tu és meu verdadeiro amor,
Com você a meu lado, eu sou o maximo
Enfrento todas as guerras e não sofro nenhum arranhão,
Sou o alfa, o beta, o omega, o delta,
Todos em um só ser, praticamente um iluminado.
Até você me deixar nos braços da temida solidão,
Elá é má, sucumbiu minha alma,
Agora pareço um sertão,
E de tão seco que estou por dentro,
Penso no jardim,
E nos cuidados que devo ter com ele
Talvez seja o reflexo da temperança que impere para balanciar minhas atitudes,
Mas mesmo assim as feridas da dor me fazem pensar que estou preso entre as duas,
E a próxima saída também será uma prisão.
Com você a meu lado, eu sou o maximo
Enfrento todas as guerras e não sofro nenhum arranhão,
Sou o alfa, o beta, o omega, o delta,
Todos em um só ser, praticamente um iluminado.
Até você me deixar nos braços da temida solidão,
Elá é má, sucumbiu minha alma,
Agora pareço um sertão,
E de tão seco que estou por dentro,
Penso no jardim,
E nos cuidados que devo ter com ele
Talvez seja o reflexo da temperança que impere para balanciar minhas atitudes,
Mas mesmo assim as feridas da dor me fazem pensar que estou preso entre as duas,
E a próxima saída também será uma prisão.
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